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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Teoria dos três chamados

Algumas pessoas antes de se deitarem, cumprem o ritual do pentear os cabelos uma dezena de vezes. Outros só pintam as unhas a partir do dedo mínimo e deixam o polegar por último.
Eu, contudo, tenho uma teoria que me acompanha: a dos três chamados. Isso mesmo... a minha paciência termina se eu preciso iniciar uma conversar, fazer-me lembrada, convidar, chamar pra sair três vezes consecutivas. Aí, quem é interessante vira um chato, quem tem sorriso encantador passa a ter bafo e eu? Desisto, bloqueio, deleto!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Logo vai passar


"Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar
Nessa hora fique firme
Pois tudo isso logo vai passar"



quarta-feira, 2 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Acabou o amor

Por: Fabrício Carpinejar

Estava tomando café com um amigo.
E o telefone dele tocou, tocou, tocou sem parar.
Eu perguntei: não vai atender?
Ele disse que não, não era nada demais, que era a mulher dele.
Pode ser importante, insisti.
Ele explicou que não tinha vontade de ouvi-la.
Busquei entender: aconteceu alguma coisa? Brigaram?
Não, ele me respondeu, não haviam discutido, não aconteceu nada, somente não tinha interesse.
O número da esposa apareceu na tela mais duas vezes sem esperança, em histérico silêncio.
Daí entendi algo importante: quando a esposa deixa de ser prioridade, acabou o amor.
Quando a esposa é adiada não tem mais amor.
Quando não há mais curiosidade, desejo de escutar sua voz acima de tudo e de qualquer coisa, no meio do trabalho ou da alegria entre amigos, acabou o amor.
Quando não há questão de socorrer ou de acalmar, de conversar ou de saber o que aconteceu, acabou o amor.
Acabou o amor.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Duas desiluções antes de encontrar o amor


Tá tentando superar o fim do seu segundo namoro? Relaxa. Essa vai ser sua última decepção. O próximo amor vai ser pra valer.
É o que mostra o estudo encomendado pelo australiano Graeme Simsion, para o lançamento da versão de bolso de seu livro O Projeto de Rosie (história sobre a busca de Don Tillman pela esposa perfeita). Os pesquisadores conversaram com 2 mil britânicos casados (e felizes) para saber sobre relacionamento: quantos romances e parceiros sexuais tiveram, quantas pessoas beijaram até encontrar o marido ou esposa.
E os resultados mostram que, em média, as mulheres passam por dois relacionamentos sérios (esofrem duas vezes com o fim deles) antes de encontrarem o verdadeiro amor. Até lá, elas terão outros três namoricos curtos, beijado 15 caras, levado dois bolos em encontros (e encarado outros quatro que foram uma furada), ficado com quatro caras por apenas uma noite, e transado com sete homens.
Já eles, em média, namoram sete mulheres, transam com 10, e levam dois bolos antes de achar a parceira ideal.
Vale lembrar que a pesquisa foi feita lá no Reino Unido. Será que por aqui os números de parceiros e relacionamentos seriam semelhantes?




Fonte: Revista Superinteressante

terça-feira, 10 de junho de 2014

A PERFEIÇÃO DO AMOR IMPERFEITO


“Os vencedores no amor são os fortes. Os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois, e nunca desistir da busca de ser feliz, é para poucos!”

(Cecília Meireles)


Há uma propaganda da Natura para o Dia dos Namorados que diz: “O amor de verdade não é perfeito. E é perfeito que seja assim”. Concordo! Percorri um longo e árido caminho para chegar a esta conclusão. Passei boa parte da vida em busca do amor perfeito. Vivi a primeira grande paixão aos 12 anos, quando cursava a segunda série do ginásio no Colégio Marista de Londrina. Naquela época as classes não eram mistas e os horários de intervalo não coincidiam. Só conseguia ver o meu amor antes ou depois das aulas. De vez em quando, pedia aos professores para ir à ‘casinha’ (para os mais novos, banheiro) só para observá-la na aula de educação física. Escrevia seu nome nos cadernos, na prancheta e até em minhas mãos. Quando o pai dela não vinha buscá-la, ia com ela de ônibus ao centro da cidade. Descia e a acompanhava até bem próximo de sua casa. Pegava o ônibus novamente para ir para minha casa, que ficava do lado oposto da cidade. Passava o restante do dia ansioso para encontrá-la na próxima manhã. Foi o único amor perfeito da minha vida. Sabem por quê? Ela nunca soube da minha existência. Era um amor platônico. Eu a seguia como a sombra de seu corpo e sem deixá-la perceber a minha presença. A canção Timidez, da banda Biquíni Cavadão, retrata bem o dilema que enfrentava: “Quando eu chego perto, tudo esqueço e não tenho vez. Eu carrego comigo a grande agonia de pensar em você toda hora do dia. Na verdade nada esconde essa minha timidez”. Era um garoto tímido e sabia que “não teria vez”.

Não desisti. Aos 15 anos encontrei um novo amor. Foi em uma festa para jovens no salão social da Igreja Metodista de Londrina. Já havia sido convidado por alguns amigos para participar de atividades nessa Igreja. Como meu pai não via os “crentes” com bons olhos, sempre inventava uma desculpa. Mas, naquele dia, meus amigos foram mais convincentes. Disseram que seria uma festa ‘parecida’ com as ‘brincadeiras dançantes’ que costumávamos frequentar: “Vai ter música, bebida, salgadinhos e, o mais importante, meninas bonitas”. Acabei aceitando. Quando cheguei à festa, percebi que o ambiente era bem diferente daquele que haviam descrito. As músicas eram canções evangélicas. Bebida, só tubaína. Dançar, nem pensar. Apenas duas verdades: os salgadinhos e as meninas bonitas. Uma delas despertou a minha atenção desde o início. Meus olhos passaram a acompanhá-la em cada um de seus passos. Tentava disfarçar. Era impossível. Uma menina de rara beleza, sorridente, com olhar desarmado. Fazia parte de um dos conjuntos musicais da igreja. Quando subiu ao palco para cantar, tive a sensação de estar novamente enamorado. Menos tímido e inseguro, comecei a pensar em um plano para abordá-la. Não queria repetir as dores do amor vivido aos 12 anos. É sofrido amar na invisibilidade. Meus amigos já tinham percebido o meu interesse. Um deles chamou o irmão caçula dela, com 8 anos, e disse: “Ele quer namorar a sua irmã”. Perguntei o nome dele e disse: “João Batista, é mentira deles. Não quero namorar a sua irmã. Vá ao palco e diga que quero me casar com ela”. Ele saiu correndo e foi dar o recado. Ela me olhou e abriu um sorriso acolhedor. Aceitei como um sim. Conversei um pouco com ela e fui para casa com uma certeza. Estava apaixonado. Acreditava que tinha encontrado o amor perfeito.

Namoramos, noivamos, casamos, tivemos filhas. Aos poucos, ainda na época do namoro, percebi que o nosso amor não era tão perfeito. Tomei consciência que há rupturas e distanciamentos entre o amor idealizado e o amor vivido. Isso exige atenção redobrada. Fiquei desatento e permiti que pequenos atos do cotidiano fossem minando a relação. Atitudes insignificantes se tornaram gigantes e ocuparam o espaço reservado ao cuidado, ao respeito, ao acolhimento, à paixão e ao amor. O ímpeto da paixão adolescente foi dominado pela tirania da rotina. Aquilo que deveria ser a expressão da liberdade se transformou em prisão. Fracassei na exigente tarefa de dar conta da vida a dois. Nessas circunstâncias, é comum atribuirmos ao outro a culpa pela mesmice de nossas vidas. A separação foi inevitável. Tivemos que lidar com as perdas, entender a decepção das filhas e administrar os conflitos próprios de um rompimento. Seguimos nossos caminhos. Vivenciamos outras experiências. Amadurecemos. Em um determinado momento, após idas e vindas, separação e divórcio, o destino nos colocou novamente diante um do outro. Começamos um novo namoro. A vida nos tinha ensinado que a perfeição do amor está justamente na sua imperfeição. Casamos mais uma vez e concordamos em viver, conforme diz Adélia Prado, ‘um amor feinho’. Segundo ela, “Amor feinho é bom porque não fica velho. Cuida do essencial. Amor feinho não tem ilusão, o que ele tem é esperança: eu quero amor feinho”. Como disse uma amiga: “É o amor do tempo da delicadeza”. Nas palavras de Mário Quintana é amar “bem devagarinho”. Sem pressa. É saborear o amor aos pedaços.

Clovis Pinto de Castro
(contato@addupconsultoria.com.br)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Aquietando o coração...

"Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus". O texto bíblico já me é conhecido, mas a Palavra de Deus é viva e eficaz .. Como é bom ser lembrada por ele para que eu me aquiete... aí sim eu saberei quem Ele é.

sábado, 10 de maio de 2014

Pra curar esta dor

Pra Curar Essa Dor

Fernanda Takai

Eis aqui meu segredo
Que te conto assim sem medo e que você precisa saber
Essa é a hora, é tão simples minha estória
Quem sabe possa te convencer?

Você diz que o frio que sente é maior que esse mundo
Onde não há lugar pra quem tem coração
Cuide bem de você e procure entender
Que você é capaz de ser feliz
É só me dizer
O que devo fazer
Pra curar essa dor
Deixo tudo pra trás
Se você me chamar
Sabe que vou estar
Perto de você
Longe nunca mais

O que ele fez pra você?
Eu sei que não é fácil esquecer
Se ele foi tão ruim
Não vá pensar o mesmo de mim
Sofrer assim sem merecer
Ele foi capaz
Sem compaixão de te prender
Sem te amar jamais
É só me dizer
O que devo fazer
Pra curar essa dor
Deixo tudo pra trás

Se você me chamar
Sabe que vou estar
Perto de você
Longe nunca mais
Deixa, por favor
Começar o amor
Eu te mostro a direção
Pro final feliz que você sempre quis
Toma aqui meu coração

E ele continua se fazendo de ovelha

segunda-feira, 31 de março de 2014

Doses diárias de antibióticos, por favor!

Homem é bicho bobo mesmo. Basta ver uma mulher bonita para esbanjar simpatia e sorrisos – e até arriscar um pouco a própria vida. Se até a vida eles colocam em risco, imaginem os relacionamentos. Mas os cientistas descobriram um jeitinho que pode diminuir os efeitos da ~maldição da beleza feminina~ sob os homens: uma boa dose de antibiótico com minociclina (usado para tratar acne).

Sim, eles dizem que a minociclina pode fazer com que os homens parem de considerar a beleza das mulheres na hora de tomar decisões. Em um teste, os cientistas deram a 98 voluntários pílulas placebo ou antibióticos de verdade, com minociclina. Depois de quatro dias de tratamento, todos receberam 13 dólares (26 reais) e fotos de 8 mulheres. Tinham de escolher se dividiriam ou não o dinheiro com elas – e quanto dariam a cada uma. Também foram informados que a mulher receberia o triplo do dinheiro doado e optaria por dividir ou não o lucro com eles.

Nenhuma delas dividiu o dinheiro. Mas, como era de se esperar, as mais bonitonas (os participantes elegeram quem eram elas) receberam um voto maior de confiança – e ganharam mais dinheiro. Só que isso aconteceu apenas entre os homens que haviam tomado pílulas de açúcar. No grupo dos que tomaram antibiótico com minociclina, a beleza não influenciou: as menos bonitinhas recebiam tanto dinheiro quanto as beldades.

Segundo a pesquisa, o cérebro pode sofrer influências de pequenas inflamações na hora de fazer escolhas ou mudar seu humor. Mas a minociclina acaba com essas inflamações. Aí as tomadas de decisões passam a ser mais racionais do que emocionais.

Se for mesmo certo o resultado, a minociclina pode ajudar os homens a pensarem com a cabeça certa – e diminuir essa mania de trair seus amores.


Fonte: Superinteressante

segunda-feira, 10 de março de 2014

Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.


Mário Quintana

sexta-feira, 7 de março de 2014

Amor Amor

"(...) amor é tentativa, amor é insistência, amor é rascunho, amor é esboço, amor é esgotar as possibilidades e se recriar diante delas.

Só porque você amou antes, não significa que não pode amar de novo. Ou, só porque você amou antes, não significa que o próximo amor é falso e está fingindo.

Só porque você se declarou a alguém, isso não compromete as próximas declarações.

Só porque você disse que era para sempre e terminou, não quer dizer que é um fingido.

Haverá um maior, sim, um amor decisivo, um amor transformador, um amor real, honesto e justo: o Amor Amor."

Fabrício Carpinejar

segunda-feira, 3 de março de 2014