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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Você é capaz de perdoar!

Perdoar vale, sim, a pena. Sabe por quê? Porque o perdão é uma ferramenta necessária para a evolução da humanidade. No século passado, a França brigou com a Inglaterra, que lutou contra a Alemanha, que guerreou com os Estados Unidos, que bombardearam o Japão, que atacou a China, que teve rusgas com a Rússia. E nem por isso o mundo parou, graças ao perdão. As nações, se ficam isoladas, progridem mais devagar ou simplesmente não evoluem.

Entre as pessoas ocorre coisa parecida. Com o perdão, o conflito é superado e a vida continua, mais leve e melhor. Não é só uma questão de generosidade. É questão de admitir que todos erram, às vezes sem intenção, às vezes por pura fraqueza. E saber que, concedendo o perdão, você tem muito a ganhar, inclusive do ponto de vista de seu bem-estar emocional e físico.

Oferecer a outra face

Nas religiões, a ideia de perdoar é bem antiga, apareceu antes mesmo do cristianismo. "No Yom Kippur, o Dia do Perdão, a gente jejua e faz uma manifestação de remorso pelo que fizemos de errado. É o dia mais importante do calendário judeu, porque é impossível viver sem perdão", diz o rabino Henry Sobel, presidente do rabinato da Congregação Israelita Paulista.

No catolicismo, que herdou parte da doutrina judaica, o perdão está em uma das principais orações repetidas pelos fiéis, o pai-nosso. Mesmo assim, é mais comum encontrar um católico pedindo perdão a Deus do que oferecendo perdão a um vizinho briguento. Os cristãos ensinam que, para quem pede perdão, é indispensável o arrependimento sincero. Nas religiões orientais, como o budismo, o perdão é mais humanizado, porque as fraquezas humanas são consideradas parte do jogo. Assim, perdoar outra pessoa também é uma forma de admitir e assimilar nossos próprios erros.

Na prática, seguir a ética das religiões não é tão fácil assim. "A gratidão e o perdão são sentimentos de pessoas muito nobres, que estão dispostas a compreender o outro", diz o psiquiatra Wimer Bottura Junior, diretor científico da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática.  Aprender a perdoar está na lista das tarefas complicadas, que exigem dedicação, mas que trazem aquele gostinho especial das empreitadas difíceis: leveza de espírito, alívio, paz e até benefícios para a saúde.

Ira inicial

É normal sentir raiva, esse sentimento feio que tentamos esconder sempre que dá. Desabafe, grite, chore e conte para alguém de confiança, o motivo da sua raiva. Fingir que nada aconteceu e guardar a ira só para você não ajuda em nada.

Em um segundo momento, é hora de relembrar a história e tentar entender o que aconteceu. É bom recordar os fatos sem se vitimizar. "Se a pessoa precisa perdoar alguém, é porque se sentiu agredida. É preciso, então, pensar: eu fui mesmo agredido ou só me senti agredido? Porque muitas vezes as pessoas se sentem agredidas sem terem sido de fato", diz Wimer.Outra dica é dosar sua expectativa em relação aos outros.

E nada de se colocar no papel de coitadinho. "Perdoar o outro que me magoou é reconhecer em mim onde foi que eu negligenciei", diz a psicóloga Adriana Carbone. "No geral, alguma coisa eu fiz ou deixei de fazer para que o outro fizesse o que me chateou. Se eu dei confiança demais para uma pessoa e ela abusou, não é apenas porque ela é uma traíra, mas também porque eu dei espaço. Mas atenção: chamar a responsabilidade para si é diferente de se culpar. Se você olha para dentro de si, naturalmente vai enxergar uma série de limitações. A partir de uma autocrítica profunda, você aumenta sua dose de autoconsciência e vai dissolvendo seus erros", diz o monge Ricardo Gonçalves.

Ver o outro lado

Depois que já relembrou a situação e entendeu direitinho seu papel, vale a pena dedicar um tempo para refletir sobre a atitude de quem feriu você. É a velha história de se colocar no lugar do outro. E muitas vezes as pessoas que nos magoam não pedem perdão. Elas podem simplesmente nem ter se dado conta de que nos machucaram ou são simplesmente inseguras.

Mas atenção: não é o caso de se policiar e querer perdão por tudo. Nos pequenos atrasos ou deslizes cotidianos, um pedido de desculpas resolve. Sim, preste atenção na maneira como muitos de nós usam as duas expressões, com significados ligeiramente diferentes.

É bom ter em mente que, em princípio, tudo pode ser perdoado. Mas é claro que isso exige que cada um flexibilize seus limites pessoais e esqueça palavras como "nunca" ou "sempre". Para perdoar de verdade, abra mão de preconceitos. Se você não é do grupo de pessoas superflexíveis, considere o perdão um desafio e vá em frente. E, pode reparar, em matéria de perdão, quanto maior o esforço, maior o ganho.

Lições para o futuro

Extrair ensinamentos positivos daquilo que até pouco tempo atrás parecia uma tragédia é o passo seguinte. É assim que o trauma é superado: deixando de olhar o passado e usando o aprendizado para situações futuras. Isso não significa esquecer o que ocorreu, mas interpretar o fato de outra forma.

Mais uma vez, há algumas dicas para saber se no fundo, o rancor já passou. Primeiro, verifique se você ainda tem raiva ou se deseja se vingar do agressor. Se a resposta for sim, ainda que discretamente, você ainda não chegou lá. A indiferença também não resolve.

O ideal é que ambos, vítima e agressor, se considerem no mesmo patamar. A terapeuta familiar Maria Amália Faller Vitale, professora da PUC de São Paulo, ilustra a situação com uma metáfora: o agressor tem uma dívida moral com a vítima. Se a vítima nunca o perdoar, vai continuar sempre endividado, com uma conta impagável. Mas essa é uma conta diferente, pois o pagamento da dívida depende do credor, e não do endividado.

E a reconciliação?

Cabe a você decidir se quer se reconciliar com quem o feriu. "O perdão não significa que eu vá voltar a me relacionar com a pessoa. Se ela faz coisas que não me agradam, eu me afasto", diz o psicólogo Alexandre Rivero.

O teste final para saber se seu coração perdoou mesmo o agressor é, segundo a receita do psicólogo Frederic Luskin, recontar o episódio depois. Se de repente você perceber que deixou de ser a vítima e passou a ser uma espécie de protagonista da sua própria história, alguém que enfrentou a mágoa e ainda conseguiu ficar em paz consigo mesmo, você pode acreditar que encontrou o pote de ouro atrás do arco-íris.

Os benefícios não param por aí. A saúde também sorri para quem perdoa. "A falta do perdão gera mágoa e sentimentos que deixam feridas abertas dentro das pessoas. Quando falamos em perdão, falamos em fechar feridas". Um estudo publicado por Fred Luskin mostra que quem exercita o perdão fica menos nervoso, menos estressado, tem maior vitalidade física e mais confiança na sua capacidade de lidar com os problemas da vida.

Fonte: Revista Vida Simples

sábado, 23 de agosto de 2014

A beleza do avesso

"Esse jeito esquisito que Jesus tinha de preferir os piores, me faz pensar na beleza dos avessos.As vezes, a gente na pressa de encontrar, a gente não vê.Quantas vezes na minha vida eu desprezei as pessoas porque eu considerei o agora?É tão doído a gente ser visto a partir do presente, quando as pessoas olham pra gente e só enxergam aquilo que a gente tem no momento.Isso é fascinante em Jesus!Por isso Ele era capaz de preferir quem Ele preferia. Porque Jesus era um homem que não se prendia no presente.Eu acredito, eu acho interessante isso  nos amantes, eles nunca esgotam as criaturas amadas, porque o amor sobrevive de futuro.Ele consegue enxergar o que a gente ainda não viu.A pessoa que ama consegue enxergar o que o outro ainda não é, vê o avesso, vê o contrário da situação.É tão bonito a gente pensar que a beleza do tecido tem um sustento, uma trama que está por trás de tudo isso. Compreender as pessoas, amá-las, só é possível quando a gente entra na trama dos avessos.Quando a gente não enxerga somente aquilo que os olhos podem revelar, podem conhecer, mas sobretudo aquilo que ainda está oculto.Deus nos ama assim, porque consegue enxergar o que a gente ainda não é, mas o que a gente ainda pode ser."

Pe. Fábio de Melo


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Amizade com @ ex, é possível?


Hoje, assistindo ao programa da Fátima Bernardes, novamente o tema EX era debatido. Um convidado citou a relação de amizade que mantém com a ex. "Impossível ter vivivo sete anos ao lado da minha ex e vê-la apenas como uma mulher. Naquele período ela foi meu suporte, foi minha amiga. É digno respeitá-la. Por isso, mesmo tendo terminado a relação, somos amigos".
E aí? O que você acha? É possível ser amig@ d@ ex????

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Teoria dos três chamados

Algumas pessoas antes de se deitarem, cumprem o ritual do pentear os cabelos uma dezena de vezes. Outros só pintam as unhas a partir do dedo mínimo e deixam o polegar por último.
Eu, contudo, tenho uma teoria que me acompanha: a dos três chamados. Isso mesmo... a minha paciência termina se eu preciso iniciar uma conversar, fazer-me lembrada, convidar, chamar pra sair três vezes consecutivas. Aí, quem é interessante vira um chato, quem tem sorriso encantador passa a ter bafo e eu? Desisto, bloqueio, deleto!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Logo vai passar


"Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar
Nessa hora fique firme
Pois tudo isso logo vai passar"



quarta-feira, 2 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Acabou o amor

Por: Fabrício Carpinejar

Estava tomando café com um amigo.
E o telefone dele tocou, tocou, tocou sem parar.
Eu perguntei: não vai atender?
Ele disse que não, não era nada demais, que era a mulher dele.
Pode ser importante, insisti.
Ele explicou que não tinha vontade de ouvi-la.
Busquei entender: aconteceu alguma coisa? Brigaram?
Não, ele me respondeu, não haviam discutido, não aconteceu nada, somente não tinha interesse.
O número da esposa apareceu na tela mais duas vezes sem esperança, em histérico silêncio.
Daí entendi algo importante: quando a esposa deixa de ser prioridade, acabou o amor.
Quando a esposa é adiada não tem mais amor.
Quando não há mais curiosidade, desejo de escutar sua voz acima de tudo e de qualquer coisa, no meio do trabalho ou da alegria entre amigos, acabou o amor.
Quando não há questão de socorrer ou de acalmar, de conversar ou de saber o que aconteceu, acabou o amor.
Acabou o amor.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Duas desiluções antes de encontrar o amor


Tá tentando superar o fim do seu segundo namoro? Relaxa. Essa vai ser sua última decepção. O próximo amor vai ser pra valer.
É o que mostra o estudo encomendado pelo australiano Graeme Simsion, para o lançamento da versão de bolso de seu livro O Projeto de Rosie (história sobre a busca de Don Tillman pela esposa perfeita). Os pesquisadores conversaram com 2 mil britânicos casados (e felizes) para saber sobre relacionamento: quantos romances e parceiros sexuais tiveram, quantas pessoas beijaram até encontrar o marido ou esposa.
E os resultados mostram que, em média, as mulheres passam por dois relacionamentos sérios (esofrem duas vezes com o fim deles) antes de encontrarem o verdadeiro amor. Até lá, elas terão outros três namoricos curtos, beijado 15 caras, levado dois bolos em encontros (e encarado outros quatro que foram uma furada), ficado com quatro caras por apenas uma noite, e transado com sete homens.
Já eles, em média, namoram sete mulherestransam com 10, e levam dois bolos antes de achar a parceira ideal.
Vale lembrar que a pesquisa foi feita lá no Reino Unido. Será que por aqui os números de parceiros e relacionamentos seriam semelhantes?




Fonte: Revista Superinteressante

terça-feira, 10 de junho de 2014

A PERFEIÇÃO DO AMOR IMPERFEITO


“Os vencedores no amor são os fortes. Os que sabem o que querem e querem o que têm! Sonhar um sonho a dois, e nunca desistir da busca de ser feliz, é para poucos!”

(Cecília Meireles)


Há uma propaganda da Natura para o Dia dos Namorados que diz: “O amor de verdade não é perfeito. E é perfeito que seja assim”. Concordo! Percorri um longo e árido caminho para chegar a esta conclusão. Passei boa parte da vida em busca do amor perfeito. Vivi a primeira grande paixão aos 12 anos, quando cursava a segunda série do ginásio no Colégio Marista de Londrina. Naquela época as classes não eram mistas e os horários de intervalo não coincidiam. Só conseguia ver o meu amor antes ou depois das aulas. De vez em quando, pedia aos professores para ir à ‘casinha’ (para os mais novos, banheiro) só para observá-la na aula de educação física. Escrevia seu nome nos cadernos, na prancheta e até em minhas mãos. Quando o pai dela não vinha buscá-la, ia com ela de ônibus ao centro da cidade. Descia e a acompanhava até bem próximo de sua casa. Pegava o ônibus novamente para ir para minha casa, que ficava do lado oposto da cidade. Passava o restante do dia ansioso para encontrá-la na próxima manhã. Foi o único amor perfeito da minha vida. Sabem por quê? Ela nunca soube da minha existência. Era um amor platônico. Eu a seguia como a sombra de seu corpo e sem deixá-la perceber a minha presença. A canção Timidez, da banda Biquíni Cavadão, retrata bem o dilema que enfrentava: “Quando eu chego perto, tudo esqueço e não tenho vez. Eu carrego comigo a grande agonia de pensar em você toda hora do dia. Na verdade nada esconde essa minha timidez”. Era um garoto tímido e sabia que “não teria vez”.

Não desisti. Aos 15 anos encontrei um novo amor. Foi em uma festa para jovens no salão social da Igreja Metodista de Londrina. Já havia sido convidado por alguns amigos para participar de atividades nessa Igreja. Como meu pai não via os “crentes” com bons olhos, sempre inventava uma desculpa. Mas, naquele dia, meus amigos foram mais convincentes. Disseram que seria uma festa ‘parecida’ com as ‘brincadeiras dançantes’ que costumávamos frequentar: “Vai ter música, bebida, salgadinhos e, o mais importante, meninas bonitas”. Acabei aceitando. Quando cheguei à festa, percebi que o ambiente era bem diferente daquele que haviam descrito. As músicas eram canções evangélicas. Bebida, só tubaína. Dançar, nem pensar. Apenas duas verdades: os salgadinhos e as meninas bonitas. Uma delas despertou a minha atenção desde o início. Meus olhos passaram a acompanhá-la em cada um de seus passos. Tentava disfarçar. Era impossível. Uma menina de rara beleza, sorridente, com olhar desarmado. Fazia parte de um dos conjuntos musicais da igreja. Quando subiu ao palco para cantar, tive a sensação de estar novamente enamorado. Menos tímido e inseguro, comecei a pensar em um plano para abordá-la. Não queria repetir as dores do amor vivido aos 12 anos. É sofrido amar na invisibilidade. Meus amigos já tinham percebido o meu interesse. Um deles chamou o irmão caçula dela, com 8 anos, e disse: “Ele quer namorar a sua irmã”. Perguntei o nome dele e disse: “João Batista, é mentira deles. Não quero namorar a sua irmã. Vá ao palco e diga que quero me casar com ela”. Ele saiu correndo e foi dar o recado. Ela me olhou e abriu um sorriso acolhedor. Aceitei como um sim. Conversei um pouco com ela e fui para casa com uma certeza. Estava apaixonado. Acreditava que tinha encontrado o amor perfeito.

Namoramos, noivamos, casamos, tivemos filhas. Aos poucos, ainda na época do namoro, percebi que o nosso amor não era tão perfeito. Tomei consciência que há rupturas e distanciamentos entre o amor idealizado e o amor vivido. Isso exige atenção redobrada. Fiquei desatento e permiti que pequenos atos do cotidiano fossem minando a relação. Atitudes insignificantes se tornaram gigantes e ocuparam o espaço reservado ao cuidado, ao respeito, ao acolhimento, à paixão e ao amor. O ímpeto da paixão adolescente foi dominado pela tirania da rotina. Aquilo que deveria ser a expressão da liberdade se transformou em prisão. Fracassei na exigente tarefa de dar conta da vida a dois. Nessas circunstâncias, é comum atribuirmos ao outro a culpa pela mesmice de nossas vidas. A separação foi inevitável. Tivemos que lidar com as perdas, entender a decepção das filhas e administrar os conflitos próprios de um rompimento. Seguimos nossos caminhos. Vivenciamos outras experiências. Amadurecemos. Em um determinado momento, após idas e vindas, separação e divórcio, o destino nos colocou novamente diante um do outro. Começamos um novo namoro. A vida nos tinha ensinado que a perfeição do amor está justamente na sua imperfeição. Casamos mais uma vez e concordamos em viver, conforme diz Adélia Prado, ‘um amor feinho’. Segundo ela, “Amor feinho é bom porque não fica velho. Cuida do essencial. Amor feinho não tem ilusão, o que ele tem é esperança: eu quero amor feinho”. Como disse uma amiga: “É o amor do tempo da delicadeza”. Nas palavras de Mário Quintana é amar “bem devagarinho”. Sem pressa. É saborear o amor aos pedaços.

Clovis Pinto de Castro
(contato@addupconsultoria.com.br)

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Aquietando o coração...

"Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus". O texto bíblico já me é conhecido, mas a Palavra de Deus é viva e eficaz .. Como é bom ser lembrada por ele para que eu me aquiete... aí sim eu saberei quem Ele é.

sábado, 10 de maio de 2014

Pra curar esta dor

Pra Curar Essa Dor

Fernanda Takai

Eis aqui meu segredo
Que te conto assim sem medo e que você precisa saber
Essa é a hora, é tão simples minha estória
Quem sabe possa te convencer?

Você diz que o frio que sente é maior que esse mundo
Onde não há lugar pra quem tem coração
Cuide bem de você e procure entender
Que você é capaz de ser feliz
É só me dizer
O que devo fazer
Pra curar essa dor
Deixo tudo pra trás
Se você me chamar
Sabe que vou estar
Perto de você
Longe nunca mais

O que ele fez pra você?
Eu sei que não é fácil esquecer
Se ele foi tão ruim
Não vá pensar o mesmo de mim
Sofrer assim sem merecer
Ele foi capaz
Sem compaixão de te prender
Sem te amar jamais
É só me dizer
O que devo fazer
Pra curar essa dor
Deixo tudo pra trás

Se você me chamar
Sabe que vou estar
Perto de você
Longe nunca mais
Deixa, por favor
Começar o amor
Eu te mostro a direção
Pro final feliz que você sempre quis
Toma aqui meu coração

E ele continua se fazendo de ovelha