Depois de três anos e dois meses de namoro, sendo dois anos de noivado, o Cebola (aquele que me fez chorar), desistiu. Criei este espaço para desabafar o meu sofrimento e foi importante para a minha reconstrução. Decepcionei-me com o homem que um dia amei, mas hoje, completa, eu escolho ser feliz e sou feliz demais!!!
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Colorida
Sorriso voltou e sol brilho inédito pra mim!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
O sentimento da rejeição
Algumas pessoas são mais sensíveis a esse sentimento. Muitas vezes basta um estímulo pouco significativo para sensibilizar uma personalidade já predisposta, que o interpreta como uma rejeição de fato. Habitualmente são pessoas com baixa autoestima ou que sofreram em situações anteriores. São afetivamente carentes e apresentam maior vulnerabilidade, já que desejam amor e aceitação a qualquer preço. Uma critica pode significar humilhação e um pedido imposição.
Nas relações amorosas a sensação de rejeição pode precipitar sérias consequências. Ao iniciar um relacionamento o medo da rejeição é normal. Na medida em que a relação progride essa insegurança diminui. Porém, em pessoas predispostas, ocorre o inverso. O medo da rejeição leva à necessidade insaciável de segurança e tem o mesmo efeito da rejeição real. Como consequência, seu comportamento se molda de modo a gerar raiva em seu parceiro. A todo o momento tem de ser ressegurado do afeto do outro. Um detalhe, um tom de voz, uma resposta que ache evasiva, mobiliza o sentido de perda e abandono. Quando não está junto, sente dúvidas sobre os sentimentos do outro. A insegurança reforça o sentimento de rejeição e o sentimento de rejeição reforça a insegurança. Parece emitir a mensagem “faça o que quiser, mas não me abandone”, num constante estado de alerta a qualquer nuance que lhe soe rejeição. Finalmente a profecia se autorrealiza. O relacionamento termina. A obsessiva solicitação, a desconfiança, o ciúme, acabam sufocando o parceiro que põe fim à situação.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Amor verdadeiro
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Quase 2012... quase janeiro...
Conto de quase janeiro
u mais claro, sereno.segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Águas de Março fechando meu luto
Há pouco ouvia “Águas de Março”, do Jobim, em meio a uma chuva torrencial e esta música me chamou a atenção, como nunca.
Estes últimos meses me têm sido dolorosos (isso mesmo... ainda continuam), com encontro de pedras, de tocos e de dificuldades, que me deixaram “um pouco sozinha” e que me fizeram pensar que este era “o fim do caminho”.
Sempre morei em um pé de serra (não é forró) e meus queridos mais queridos moram no alto deste morro. Para vê-los, era necessário enfrentar a ladeira, chegava até com a respiração ofegante, mas ao fim havia a recompensa de estar com eles. A mesma canção me traz um alento “é o fim da ladeira”. E meu coração me pergunta: “O que de bom me há reservado?”
Como as “Águas de Março” encerram uma estação, estas águas também passaram a marcar o fim do meu luto. Vou em busca de um sol brilhante e um céu todo azul. E para assinalar esta busca, rumo ao Uruguai, que traz em sua bandeira estes dois elementos que preciso hoje: o céu e o sol.
É hora de fechar um ciclo. Um ciclo de dor. Encerro agora este blog e aguardo a vida que me foi prometida!
“São as Águas de Março fechando o verão, é promessa de vida no meu coração!”
P.S.: Acompanhe minha busca pelo http://pelomenosviajar.blogspot.com/
Será???
Gabriel García Marquez
quinta-feira, 10 de março de 2011
Bicho de Sete Cabeças

quarta-feira, 9 de março de 2011
Ou sim... ou não!
"Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre mesmo quando eu digo convicto que nada é para sempre."Gabriel García Marquez
terça-feira, 8 de março de 2011
Se as minhas mãos pudessem desfolhar
Eu pronuncio teu nome
nas noites escuras,
quando vêm os astros
beber na lua
e dormem nas ramagens
das frondes ocultas.
E eu me sinto oco
de paixão e de música.
Louco relógio que canta
mortas horas antigas.
Eu pronuncio teu nome,
nesta noite escura,
e teu nome me soa
mais distante que nunca.
Mais distante que todas as estrelas
e mais dolente que a mansa chuva.
Amar-te-ei como então
alguma vez? Que culpa
tem meu coração?
Se a névoa se esfuma,
que outra paixão me espera?
Será tranquila e pura?
Se meus dedos pudessem
desfolhar a lua!!
domingo, 6 de março de 2011
Blanco y Negro
A intenção era fazer um palheta de cores... uma aquarela... sobraram o branco e o preto!
Era hacerlo en colores:
Una acuarela que hablara
De nuestros amores.
Un colibri polícromo
Parado en el viento,
Una canción arcoiris
Durando en el tiempo.
El director de la banda
Silbando bajito
Pensaba azules y rojos
Para el valsecito.
Pero ustedes saben, señores,
Muy bien cómo es esto;
No nos falló la intención,
Pero sí el presupuesto...
En blanco y negro
Esta canción
Quedó en blanco y negro
Con el corazón,
En blanco y negro,
Nieve y carbón,
En blanco y negro,
En technicolor,
Pero en blanco y negro...
Fuimos quitando primero
De nuestra paleta
Una mirada turquesa
De marco violeta.
Luego el carmín de las flores
Encima del piano,
Una caída de sol
Cuando empieza el verano.
Todos los tipos de verde
De una enredadera...
Ya ni quedaban coloresa
Para las banderas.
Nuestrar intención ya no fué
Más que un viejo recuerdo
Y esta canción al final
Se quedó en blanco y negro.
En blanco y negro
Esta canción
Quedó en blanco y negro
Con el corazón,
En blanco y negro,
Nieve y carbón,
En blanco y negro,
En technicolor,
Pero en blanco y negro...
sábado, 5 de março de 2011
Amor Desesperado...

sexta-feira, 4 de março de 2011
Eu acreditei... estou mudando meus conceitos...
Me fizeram acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Me fizeram acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não me contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Me fizeram acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Me fizeram acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre h
averá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.Me fizeram acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não me contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém."
John Lennon
quinta-feira, 3 de março de 2011
Sonhos
Pra chegar
Há uma ponte
Que te levará
Pro outro lado
Há um sonho, uma voz
Dizendo: "os teus sonhos também são meus"
Vou te levar,te conduzir
E quando você alcançar
Saberás que em todo tempo
Eu estive ao teu lado
(Refrão)
Os teus sonhos são meus
Teus problemas são meus
Tua vida também é minha vida
Eu de ti cuidarei
Nunca te deixarei
Os teus sonhos eu realizarei
Vou te levar,te conduzir
E quando você alcançar
Saberás que em todo tempo
Eu estive ao teu lado
Chris Durán
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Tudo Novo De Novo
Estou em busca de renovação, e de um ponto final.
TUDO NOVO DE NOVO
Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim
Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim
É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou
E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou
Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Soneto da Separação
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius de Moraes
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Quando o sofrimento bater a sua porta
"Estamos ressuscitando todos os dias. A cigarra fica um ano debaixo da terra para cantar somente um dia. Um ano se preparando para cantar até se arrebentar. O sofrimento é isso, um tempo de preparo. Louvado seja Deus pelos sofrimentos.Todos os artistas compõem maravilhosas obras quando estão sofrendo, e toda vez que tocamos nos nossos limites, vamos além. Compomos música, pintura, criamos vida e caráter. Você pode estar se perguntando: "Mas eu não sou artista, e aí?" Você pode desenhar a sua alma, pode esculpir o seu caráter.
A cigarra não fica debaixo da terra por motivo de masoquismo. Não. É um tempo de preparo existencial da natureza.
Quando você perceber que o seu sofrimento está infértil, é o tempo de parar de sofrer.
Quando começamos a derramar as lágrimas, é o processo de cura que está nos lavando e purificando.
Quanto tempo pode durar um velório dentro de nós? O sepultamento do corpo tem que iniciar um processo de amizade com a vida. O sofrimento é criado dentro de nós. O velório não é uma situação de morte. O que fazemos com o ruim que aconteceu conosco? Não importa o que a vida fez com você, mas o que você faz com o que a vida fez com você. Não temos como evitar o desprezo do outro, vão acontecer coisas que não vamos gostar, mas somos nós que vamos ver quanto custa esse sofrimento.
Boa parte dos sofrimentos do ser humano está naquilo que nós pensamos e permitimos em nosso pensamento. Se racionalizarmos a nossa emoção, nós não sofreríamos.
Padre Fábio de Melo

