Depois de três anos e dois meses de namoro, sendo dois anos de noivado, o Cebola (aquele que me fez chorar), desistiu. Criei este espaço para desabafar o meu sofrimento e foi importante para a minha reconstrução. Decepcionei-me com o homem que um dia amei, mas hoje, completa, eu escolho ser feliz e sou feliz demais!!!
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Super Clarice
"Às vezes me pergunto se é pior esquecer, ou desejar que nunca tivesse acontecido."
Clarice Lispector
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Travessias
"Dos relacionamentos que você já teve, quais foram as ocasiões em que verdadeiramente você foi modificado para melhor?
Será que você é a lembrança doída na vida de alguém? Será que você já construiu cativeiros? Ou será que já viveu em algum?
Será que já idealizou demais as situações, as pessoas e por isso perdeu a oportunidade de encontrar situações e as pessoas certas?
Sejam quais forem as respostas, não tenha medo delas. Perguntar-se é uma maneira interessante de se descobrir como pessoa, pois as perguntas são pontes que nos favorecem travessias."
Será que você é a lembrança doída na vida de alguém? Será que você já construiu cativeiros? Ou será que já viveu em algum?
Será que já idealizou demais as situações, as pessoas e por isso perdeu a oportunidade de encontrar situações e as pessoas certas?
Sejam quais forem as respostas, não tenha medo delas. Perguntar-se é uma maneira interessante de se descobrir como pessoa, pois as perguntas são pontes que nos favorecem travessias."
Padre Fábio de Melo
domingo, 16 de dezembro de 2012
Traição
Lígia faz algumas afirmações que eu sempre defendi...
Eu acredito que quem trai em um relacionamento homem-mulher trai em qualquer outro lugar e a qualquer pessoa, com mais facilidade!
Assista ao vídeo....
Eu acredito que quem trai em um relacionamento homem-mulher trai em qualquer outro lugar e a qualquer pessoa, com mais facilidade!
Assista ao vídeo....
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Ufa... dois anos de blog!
Sofri e chorei muito! Nunca imaginei que o fim de um
relacionamento pudesse trazer tanta dor, mas também trouxe muitos ensinamentos...
Aprendi que a paixão cega e emburrece... quantas coisas eu
descobri sobre o “falecido” que meus olhos se negavam a ver quando estava com
ele.
Aprendi que caráter nem sempre está ao lado de um rostinho
bonito com covinhas, mas que pode ser proporcional ao tamanho do indivíduo...
no caso... de muito baixa estatura.
Aprendi que eu errei, sim... errei bastante, mas graças a
Deus poderei andar e agir corretamente com OUTRA pessoa...
Aprendi que a dor me fez amadurecer e que posso construir
um relacionamento saudável e maduro com uma pessoa que me ame e me respeite.
Aprendi que é possível amar e ser amada e que uma página
virada não deve ser reeditada! Ah! As páginas em branco que ainda estão por ser
escritas em vida podem me reservar um futuro imensamente melhor!
Hora de comemorar dois anos de blog, dois anos de rompimento, dois anos de LIBERTAÇÃO!!!!!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Quando o amor acaba
Simplesmente inspiradora a entrevista com a psicóloga Lígia Guerra ao Bom Dia Paraná, no dia 22/11/12.
"Você provavelmente conhece esta música do cantor e compositor Cazuza... "pra mentir, fingir que perdoou...tentar ficar amigos, sem rancor...a emoção acabou...!"
Era o poeta descrevendo o fim de uma relacionamento.
"O amor cessou, mas a história continua... De um outro jeito, com um outro formato, construindo novas pessoas e sentimentos. Nada foi perdido, basta ter olhos atentos para enxergar a lição." (Lígia Guerra)
domingo, 18 de novembro de 2012
Venha, por favor
Carpinejar é um escritor que admiro muito por sua sensibilidade em
descrever sentimentos,verdades e tornar o cotidiano e até a dor em poesia.
E é assim com esta crônica... Com vocês... "Venha. por
favor", de Fabrício Carpinejar:
Eu espero alguém que
não desista de mim mesmo quando já não tem interesse.
Espero alguém que
não me torture com promessas de envelhecer comigo, que realmente envelheça
comigo.
Espero alguém que se
orgulhe do que escrevo, que me faça ser mais amigo dos meus amigos e mais irmão
dos meus irmãos.
Espero alguém que
não tenha medo do escândalo, mas tenha medo da indiferença.
Espero alguém que
ponha bilhetinhos dentro daqueles livros que vou ler até o fim.
Espero alguém que se
arrependa rápido de suas grosserias e me perdoe sem querer.
Espero alguém que me
avise que estou repetindo a roupa na semana.
Espero alguém que
nunca abandone a conversa quando não sei mais falar. Espero alguém que, nos
jantares entre os amigos, dispute comigo para contar primeiro como nos
conhecemos.
Espero alguém que
goste de dirigir para nos revezarmos em longas viagens.
Espero alguém
disposto a conferir se a porta está fechada e o café desligado, se meu rosto
está aborrecido ou esperançoso.
Espero alguém que
prove que amar não é contrato, que o amor não termina com nossos erros.
Espero alguém que
não se irrite com a minha ansiedade.
Espero alguém que
possa criar toda uma linguagem cifrada para que ninguém nos recrimine.
Espero alguém que
arrume ingressos de teatro de repente, que me sequestre ao cinema, que cheire
meu corpo suado como se ainda fosse perfume.
Espero alguém que
não largue as mãos dadas nem para coçar o rosto.
Espero alguém que me
olhe demoradamente quando estou distraído, que me telefone para narrar como foi
seu dia.
Espero alguém que
procure um espaço acolchoado em meu peito.
Espero alguém que
minta que cozinha e só diga a verdade depois que comi. Espero alguém que leia
uma notícia, veja que haverá um show de minha banda predileta, e corra para me
adiantar por e-mail.
Espero alguém que
ame meus filhos como se estivesse reencontrando minha infância e adolescência
fora de mim.
Espero alguém que
fique me chamando para dormir, que fique me chamando para despertar, que não
precise me chamar para amar.
Espero alguém com
uma vocação pela metade, uma frustração antiga, um desejo de ser algo que não
se cumpriu, uma melancolia discreta, para nunca ser prepotente.
Espero alguém que
tenha uma risada tão bonita que terei sempre vontade de ser engraçado.
Espero alguém que comente
sua dor com respeito e ouça minha dor com interesse.
Espero alguém que
prepare minha festa de aniversário em segredo e crie conspiração dos amigos
para me ajudar.
Espero alguém que
pinte o muro onde passo, que não se perturbe com o que as pessoas pensam a
nosso respeito.
Espero alguém que
vire cínico no desespero e doce na tristeza.
Espero alguém que
curta o domingo em casa, acordar tarde e andar de chinelos, e que me pergunte o
tempo antes de olhar para as janelas.
Espero alguém que me
ensine a me amar porque a separação apenas vem me ensinando a me
destruir.
Espero alguém que
tenha pressa de mim, eternidade de mim, que chegue logo, que apareça hoje, que
largue o casaco no sofá e não seja educado a ponto de estendê-lo no
cabide.
Espero encontrar uma
mulher que me torne novamente necessário.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Novos laços
Sim... criar novos laços é possível! Desfazer os nós são
necessários e eles são desfeitos quando há o desejo para que isso aconteça e
com a total ruptura de ligações.
Em um momento de dor romper com os familiares do ex que te servem
como suporte não é tarefa fácil, mas necessária. Manter contato alimenta
esperança, a curiosidade e a dor do rompimento. Por isso apague definitivamente
qualquer telefone, contato, bloqueie em todas as redes sociais e mantenha-se
firme... ausentar-se é salutar, acredite!
Uma das minhas maiores dificuldades em aceitar o rompimento
do noivado foi o rompimento da amizade. De três anos de namoro e noivado não
restauram nem carinho, nem amizade...
Foi preciso desistir de sonhos a dois, esvaziar-me de
qualquer sentimento positivo ou não e liberar perdão para que um novo amor
fosse possível. Erroneamente eu pensava que jamais conseguiria criar um novo
laço com as inúmeras cicatrizes que ainda carregava na alma. Mas felizmente eu
estava errada e um novo amor aconteceu, resultado de uma amizade sincera. Nada
melhor do que ser amada e amar um grande amigo, ser enlaçada pelo amor familiar
e voltar a sonhar.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Quando o "mais-que-perfeito" acaba
O chão parece sumir sob seus pés. Um turbilhão de sentimentos tão fortes quase impede a respiração. Angústia, tristeza, raiva, medo, culpa. Tudo o que você mais quer é que pare de doer. Mas a dor continua lá, implacável, lembrando a cada instante que seus sonhos desmoronaram, seus planos precisam mudar, que o “nós” virou “eu”.
Não há fórmula mágica para “sobreviver” ao fim de um relacionamento amoroso. O ponto em que os psicólogos são unânimes é que o luto precisa ser vivido, seja qual for sua intensidade. E há diferenças, dependendo do modo como acaba.
Conforme a psicóloga e terapeuta de casais Solange Maria Rosset, quando os envolvidos compreendem e concordam que a relação chegou ao fim, existe a sensação de perder algo bom, mas também a de levar algo, do aprendizado. Nesse caso, o rompimento é mais tranquilo. “É só uma questão de tempo, de lidar com o luto da perda da relação”, afirma a psicóloga.
Não há fórmula mágica para “sobreviver” ao fim de um relacionamento amoroso. O ponto em que os psicólogos são unânimes é que o luto precisa ser vivido, seja qual for sua intensidade. E há diferenças, dependendo do modo como acaba.
Conforme a psicóloga e terapeuta de casais Solange Maria Rosset, quando os envolvidos compreendem e concordam que a relação chegou ao fim, existe a sensação de perder algo bom, mas também a de levar algo, do aprendizado. Nesse caso, o rompimento é mais tranquilo. “É só uma questão de tempo, de lidar com o luto da perda da relação”, afirma a psicóloga.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Olhos que sorriem...
"Eu gosto de olhos que sorriem, gestos que se desculpam, de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram."
Machado de Assis
domingo, 19 de agosto de 2012
Intervalo ou recomeço?
"Homem não pensa, emenda relacionamentos. Quem pensa é a mulher, que se dispõe a morar sozinha após longa convivência.
Separação, para o homem, é férias. Separação, para a mulher, é luto.
Ela faz o certo que é se recuperar da simbiose e trocar devagar os vínculos. Experimenta uma espécie de desintoxicação da personalidade. O fim do amor não é somente dividir os objetos e colocá-los numa caixinha, mas realizar a partilha emocional, bem mais demorada: que consiste em refinar a memória, as virtudes e os defeitos."
Separação, para o homem, é férias. Separação, para a mulher, é luto.
Ela faz o certo que é se recuperar da simbiose e trocar devagar os vínculos. Experimenta uma espécie de desintoxicação da personalidade. O fim do amor não é somente dividir os objetos e colocá-los numa caixinha, mas realizar a partilha emocional, bem mais demorada: que consiste em refinar a memória, as virtudes e os defeitos."
Carpinejar
sábado, 18 de agosto de 2012
Recomeçando!
Por que você parou de escrever para o blog? Esta foi uma das perguntas que mais ouvi e li nos últimos meses! Depois do turbilhão que se tornou minha vida sentimental no ano passado, as perdas, acidente e dores vividas, eu enterrei definitivamente o ex.
Lya Luft estava certa quando escreveu que “não queremos perder, nem deveríamos perder: saúde, pessoas, posição, dignidade ou confiança. Mas perder e ganhar faz parte do nosso processo de humanização.”

Assim como a flor disse ao Pequeno Príncipe que era preciso suportar “duas ou três larvas se quisesse conhecer as borboletas”, eu as tolerei... Mas eu não estava disposta a preparar meu jardim para que as borboletas viessem até ele. Estava decidida que não me envolveria sentimentalmente com mais ninguém. Mas um novo alguém surgiu em minha vida e tem me mostrado que é possível recomeçar.
Estou aprendendo a ser amada e a amar novamente!
Lya Luft estava certa quando escreveu que “não queremos perder, nem deveríamos perder: saúde, pessoas, posição, dignidade ou confiança. Mas perder e ganhar faz parte do nosso processo de humanização.”

Assim como a flor disse ao Pequeno Príncipe que era preciso suportar “duas ou três larvas se quisesse conhecer as borboletas”, eu as tolerei... Mas eu não estava disposta a preparar meu jardim para que as borboletas viessem até ele. Estava decidida que não me envolveria sentimentalmente com mais ninguém. Mas um novo alguém surgiu em minha vida e tem me mostrado que é possível recomeçar.
Estou aprendendo a ser amada e a amar novamente!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
O Poder do Perdão
Autor do livro O Poder do Perdão, o americano Fred Luskin, doutor em aconselhamento clínico e psicologia da saúde pela Universidade de Stanford, indica alguns passos para conseguir perdoar:
- Saiba exatamente como você se sente sobre o que aconteceu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Compartilhe essa experiência com algumas pessoas de confiança.
- Não espere pedidos de desculpa dos outros nem da vida. Faça o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e para ninguém mais.
- Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o feriu, nem tornar-se cúmplice dela. O que você deve buscar é a sua paz. O perdão é um poder pessoal.
- Lembre-se de que uma vida bem vivida é o seu melhor troco. Em vez de concentrar-se nas suas mágoas – o que daria poder à pessoa que o magoou –, concentre suas energias na busca do amor e da bondade ao seu redor.
- Modifique a sua história de ressentimento, de modo que ela o lembre de que perdoar é uma escolha heroica.
Fonte: Gazeta do Povo
- Saiba exatamente como você se sente sobre o que aconteceu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Compartilhe essa experiência com algumas pessoas de confiança.
- Não espere pedidos de desculpa dos outros nem da vida. Faça o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e para ninguém mais.
- Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o feriu, nem tornar-se cúmplice dela. O que você deve buscar é a sua paz. O perdão é um poder pessoal.
- Lembre-se de que uma vida bem vivida é o seu melhor troco. Em vez de concentrar-se nas suas mágoas – o que daria poder à pessoa que o magoou –, concentre suas energias na busca do amor e da bondade ao seu redor.
- Modifique a sua história de ressentimento, de modo que ela o lembre de que perdoar é uma escolha heroica.
Fonte: Gazeta do Povo
domingo, 29 de abril de 2012
Por que algumas vezes aceitamos um amor não correspondido e outras vezes não?
Mais um dilema da psicologia parece ter sido solucionado – e mais uma vez a SUPER dá uma forcinha para ajudar na recuperação de corações partidos. Mas, para isso, vamos começar do começo. Alguns estudos científicos sugerem que, quando algo é tirado de nós por motivo de força maior (uma lei, o fim de um relacionamento, uma restrição médica etc.), nosso cérebro nos faz acreditar que a nova situação vai ser boa. Outros estudos, porém, descobriram que as pessoas na verdade reagem negativamente e passam a querer a coisa proibida mais do que nunca. Qual dos lados está certo?
Na prática, sabemos que as duas coisas podem ocorrer. Mas o que vai determinar se será de um jeito ou de outro? Um estudo da Universidade de Waterloo (Canadá) e da Universidade Duke (EUA), publicado no jornal Psychological Science, sugere algo interessante: temos a tendência de nos rebelar contra uma regra ou situação quando achamos que ela não é definitiva – e aaceitamos mais facilmente quando ela parece ser pra valer.
Isso vale para qualquer situação, incluindo um amor não correspondido ou o término de um relacionamento. O que nos leva ao nosso assunto principal. Kristin Laurin, uma das autoras do estudo, explicou ao Psychological Science: “Se é uma restrição contra a qual eu realmente não posso fazer nada, então não teria nenhum sentido ficar batendo minha cabeça contra a parede tentando lutar contra isso. Seria melhor simplesmente desistir”. Porém, se existe a possibilidade de dar um jeito na situação, nosso cérebro faz com que queiramos ainda mais a coisa que nos foi proibida, para nos motivar a lutar por ela. É por isso que algumas vezes persistimos em um amor não correspondido e outras vezes desencanamos rápido.
Isso vale para qualquer situação, incluindo um amor não correspondido ou o término de um relacionamento. O que nos leva ao nosso assunto principal. Kristin Laurin, uma das autoras do estudo, explicou ao Psychological Science: “Se é uma restrição contra a qual eu realmente não posso fazer nada, então não teria nenhum sentido ficar batendo minha cabeça contra a parede tentando lutar contra isso. Seria melhor simplesmente desistir”. Porém, se existe a possibilidade de dar um jeito na situação, nosso cérebro faz com que queiramos ainda mais a coisa que nos foi proibida, para nos motivar a lutar por ela. É por isso que algumas vezes persistimos em um amor não correspondido e outras vezes desencanamos rápido.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Para viver em paz, perdoar é preciso
Saber perdoar a si mesmo e a quem nos fez mal pode não ser fácil. Mas é um ato necessário para se libertar de rancores, evitar doenças e tocar a vida adiante
Você pode começar enchendo os bolsos de pedras. Depois, pode colocar outras dentro de roupas íntimas e no interior de um chapéu ou boné. Por fim, recheie de pedregulhos uma mochila grande, que será carregada nas costas até o fim do dia. Para muitos essa sensação será equivalente ao peso trazido na alma pelas mágoas acumuladas ao longo da vida.
Mágoas que poderiam ser dispensadas, como as tais pedras, com o difícil – mas necessário – exercício do perdão. O desenvolvimento de vários problemas psíquicos (como depressão) e físicos (como doenças autoimunes) estaria ligado a esse acúmulo de ressentimentos, diz a psicóloga e terapeuta familiar sistêmica Daniela Bertoncello. “Recordo-me de uma cliente que se deprimiu por conta de uma rejeição dos pais na infância. Na vida adulta, quando ela se tornou mãe e teve de lidar com seu papel materno, veio à tona todo o conflito, um quadro da depressão e a necessidade de perdoar seus pais”, conta.De bem com a consciência
Tão importante quanto perdoar é tomar a iniciativa de pedir perdão, algo que muitos não fazem por uma questão de orgulho. “Eu perdoo, mas confesso que tenho dificuldades de pedir perdão. Talvez seja receio de mostrar a minha fraqueza diante do outro”, reconhece o segurança de lojas Almir Cunha.
Diferente de Almir, o auxiliar jurídico Maurício Filoco garante que não pensa duas vezes em pedir perdão quando percebe que errou. Depois de fazer a ex-mulher sofrer com uma traição, ele também penou com o peso da culpa. “Foi duro, porque eu larguei a mulher com quem estava casado para ficar com outra que teve um filho meu. Foi um ato impulsivo e, no fim, percebi que eu amava realmente a minha primeira mulher. Só que ela acabou casando novamente e eu fiquei solteiro”, conta.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Como enfrentar o fim do amor?
"As coisas que eram nossas se acabaram
Tristeza e solidão é o que restou"
Veja alguns conselhos da psicóloga Lígia Guerra:
http://www.youtube.com/watch?v=Hbw2iEZzecw
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Mudando a cor das meias...
Simplesmente amo a sensibilidade de Carpinejar...
"...não temos o direito de maltratar a esperança do outro.
Se não ama seu namorado ou sua namorada, deixe ir, não fique prendendo por comodidade e vaidade. Se um convite desagradou, diga de cara, não torture com desculpas. Se está interessado em promover um funcionário, faça logo, não fique adiando ou explorando a expectativa para que o sujeito trabalhe mais. Se pretende oferecer um presente, dê rápido, sem suspense, não realize chantagem.
Há a necessidade de ser direto e evitar insinuações que provoquem mal-entendidos. Não procure o benefício da dúvida, e sim a lealdade da palavra.
Falar a verdade o quanto antes, para que a pessoa possa adaptar-se com a perda, criar um novo sonho e mudar a cor das meias."
"...não temos o direito de maltratar a esperança do outro.
Se não ama seu namorado ou sua namorada, deixe ir, não fique prendendo por comodidade e vaidade. Se um convite desagradou, diga de cara, não torture com desculpas. Se está interessado em promover um funcionário, faça logo, não fique adiando ou explorando a expectativa para que o sujeito trabalhe mais. Se pretende oferecer um presente, dê rápido, sem suspense, não realize chantagem.
Há a necessidade de ser direto e evitar insinuações que provoquem mal-entendidos. Não procure o benefício da dúvida, e sim a lealdade da palavra.
Falar a verdade o quanto antes, para que a pessoa possa adaptar-se com a perda, criar um novo sonho e mudar a cor das meias."
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Colorida
Um dia a dor passou, o perdão brotou, a mágoa cessou e tudo novo se fez!
Sorriso voltou e sol brilho inédito pra mim!
Sorriso voltou e sol brilho inédito pra mim!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
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