Também no Facebook

segunda-feira, 31 de março de 2014

Doses diárias de antibióticos, por favor!

Homem é bicho bobo mesmo. Basta ver uma mulher bonita para esbanjar simpatia e sorrisos – e até arriscar um pouco a própria vida. Se até a vida eles colocam em risco, imaginem os relacionamentos. Mas os cientistas descobriram um jeitinho que pode diminuir os efeitos da ~maldição da beleza feminina~ sob os homens: uma boa dose de antibiótico com minociclina (usado para tratar acne).

Sim, eles dizem que a minociclina pode fazer com que os homens parem de considerar a beleza das mulheres na hora de tomar decisões. Em um teste, os cientistas deram a 98 voluntários pílulas placebo ou antibióticos de verdade, com minociclina. Depois de quatro dias de tratamento, todos receberam 13 dólares (26 reais) e fotos de 8 mulheres. Tinham de escolher se dividiriam ou não o dinheiro com elas – e quanto dariam a cada uma. Também foram informados que a mulher receberia o triplo do dinheiro doado e optaria por dividir ou não o lucro com eles.

Nenhuma delas dividiu o dinheiro. Mas, como era de se esperar, as mais bonitonas (os participantes elegeram quem eram elas) receberam um voto maior de confiança – e ganharam mais dinheiro. Só que isso aconteceu apenas entre os homens que haviam tomado pílulas de açúcar. No grupo dos que tomaram antibiótico com minociclina, a beleza não influenciou: as menos bonitinhas recebiam tanto dinheiro quanto as beldades.

Segundo a pesquisa, o cérebro pode sofrer influências de pequenas inflamações na hora de fazer escolhas ou mudar seu humor. Mas a minociclina acaba com essas inflamações. Aí as tomadas de decisões passam a ser mais racionais do que emocionais.

Se for mesmo certo o resultado, a minociclina pode ajudar os homens a pensarem com a cabeça certa – e diminuir essa mania de trair seus amores.


Fonte: Superinteressante

segunda-feira, 10 de março de 2014

Certezas

Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.


Mário Quintana

sexta-feira, 7 de março de 2014

Amor Amor

"(...) amor é tentativa, amor é insistência, amor é rascunho, amor é esboço, amor é esgotar as possibilidades e se recriar diante delas.

Só porque você amou antes, não significa que não pode amar de novo. Ou, só porque você amou antes, não significa que o próximo amor é falso e está fingindo.

Só porque você se declarou a alguém, isso não compromete as próximas declarações.

Só porque você disse que era para sempre e terminou, não quer dizer que é um fingido.

Haverá um maior, sim, um amor decisivo, um amor transformador, um amor real, honesto e justo: o Amor Amor."

Fabrício Carpinejar

segunda-feira, 3 de março de 2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Sem tamanho

"Tem dor que tem nome
Tem rosto 
Tem cheiro 
Tem gosto 
Mas não tem tamanho" (Fabrício Cunha)

Eu diria que a saudade também.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Conselho da Superinteressante...


Aw81M12
Este blog  curte apontar conselhos errados que as pessoas dão, mas o post de hoje é sobre um que, apesar de às vezes odiarmos ouvir, está certíssimo, segundo especialistas: o tempo cura tudo. Tá, não é um conselho, mas geralmente vem acompanhado de um “calma, cara”, o que, a partir de agora, podemos tomar como um conselho muito sábio.
O Wall Street Journal entrevistou psicólogos, psiquiatras e outros pesquisadores e chegou à conclusão, neste texto, de que o tempo médio para a maioria das pessoas se recuperarem de um trauma emocional como o fim de um relacionamento ou a perda de um emprego é de 730 dias (ou dois anos). E, se essa perda foi completamente inesperada, o tempo pode ser até maior.
Dois anos. Pode parecer um tempo longo demais, especialmente para quem acabou de sofrer o baque. Mas, como diz o texto, é bom saber quanto essa crise emocional vai durar porque, uma vez superado o choque de descobrir que será um processo longo, você pode relaxar e parar de se sentir pressionado para ficar bem. É libertador saber que você não é um oTÁrIO por estar sofrendo por um tempo maior do que gostaria (ou maior do que seus amigos gostariam de aturar). E parar de ser duro consigo mesmo é uma das coisas mais importantes ao lidar com crises.
Isso derruba aquele mito bizarro de que as pessoas levam metade do tempo que durou o relacionamento para superar o seu fim. Não se sinta culpado se você está sofrendo há seis meses pelo fim de um namoro que durou seis semanas. “É perfeitamente normal, dizem os especialistas, se sentir deprimido, ansioso e distraído durante esse tempo – ou em outras palavras, estar uma bagunça emocional. (Mas superar a morte de uma pessoa amada é mais complicado e geralmente leva mais que dois anos).”, diz o texto. A “bagunça emocional” inclui a crise de identidade que geralmente acompanha esse período de choque e recuperação. Não significa que você vai passar dois anos chorando numa mesa de bar ou tomando sorvete enquanto assiste a filmes ruins no Netflix. Significa que é um período em que você começa a se reavaliar e se adaptar a rotina e planos novos, o que não é nada fácil.
Ok, mas o que fazer até lá? Os especialistas aconselham: evite mudanças drásticas e permanentes, tipo largar tudo e mudar de cidade ou fazer uma tatuagem (especialmente fazer uma tatuagem). E não é uma boa hora para tentar começar um relacionamento novo. Ignorar o processo, negá-lo ou apressá-lo só vai adiar uma crise que vai chegar de qualquer jeito. Terapia pode ajudar. E estabelecer novas metas é essencial. Ainda é janeiro e o carnaval está longe pra gente poder dizer que o ano já começou de verdade, então dá tempo de fazer (e começar logo a cumprir, é claro) umas resoluções realistas que te ajudem a fazer de 2014 um ano legendary apesar da fossa (li em algum lugar que “legendary” devia ficar em 2013, mas ainda é janeiro e o carnaval está longe etc.).


Fonte: Superinteressante


Fera ferida

"O coração perdoa
Mas não esquece à tôa
E eu não me esqueci

(...)

Sou fera ferida
No corpo, na alma
E no coração.."


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Cacos de Amor

Casos de amor
Cacos de vidro na areia
Cacos de vida no chão

Parte de mim
Acha que o tempo passou
Outra diz que não

Será que você ainda lembra de mim como eu quero
Será que o mar que guardou destruiu o castelo
De conchas e cacos de amor

Olha
No brilho de uma estrela que já não existe
É lá que meu amor te vê e ainda insiste
Como se calculasse um mapa astral

Juro
Eu não te quero mais como eu queria
Se o coração me ouvisse não andava assim
Pisando em cacos de amor

Casos de amor
Cacos de vidro na areia
Cacos de vida no chão

Parte de mim
Acha que o tempo passou
Outra diz que não

Será que você ainda lembra de mim como eu quero
Será que o mar que guardou destruiu o castelo
De conchas e cacos de amor

Vedi
Nella luce di una stella che già non esiste
Da dove io ti guardo il mio amore insiste
È una costellazione solo mia

Giuro
Io non ti voglio più come volevo
Ma il cuore non mi ascolta
E chiede almeno




terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Feedback do amor

“_ Bom dia! Por favor, eu gostaria de cancelar a minha assinatura de banda larga.
_ Antes de concluirmos seu pedido, a senhora poderia ‘estar nos informando’ o motivo do cancelamento?
_ O preço não me é mais atrativo, recebi uma proposta melhor de outra operadora, a velocidade ofertada lá é mais alta e cansei das desculpas de sempre que vocês me dão quando o serviço não funciona.”

Até operador de telemarketing tem direito a feedback. Por que no amor, você insiste em me deixar sem respostas?

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Enquanto viajo...

Enquanto viajo, desligo-me dos ruídos da televisão, da interferência do meu celular e do meu computador e tenho um tempo forçado de avaliação enquanto o sono não vem.
Enquanto viajo a frustração do que contigo não vivi insiste em me visitar e com ela, os sonhos desejados e não colocados em prática me perseguem.
Enquanto viajo as dúvidas sobre os próximos passos a dar me consomem e uma profunda solidão me toma. A cada quilometro que me distancio da minha terra natal, mas eu me divido entre o racional e o emocional.
Enquanto viajo não me permito ter autopiedade, mas questiono tamanha ingenuidade de sentimentos.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Travessia

 Milton Nascimento
Quando você foi embora fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha, e nem é meu este lugar
Estou só e não resisto, muito tenho prá falar
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu canto, vou querer me matar
Vou seguindo pela vida me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver
Vou querer amar de novo e se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu canto, vou querer me matar

http://www.youtube.com/watch?v=i9OMDgeUyRI



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Saudade a dois










A saudade tem prazo de validade.

Não pode permanecer muito tempo guardada. Não pode permanecer muito tempo não sendo correspondida.

Depois de aberta e fora do convívio, assim como o leite, a saudade azeda. E não há memória refrigerada para conservá-la.

Quando passa da hora, aquela falta ansiosa e comovente é capaz de se tornar ironia e sarcasmo.

O suspiro se transforma em ofensa – nos enxergaremos tolos e burros por confiar cegamente em alguém e esperar à toa. Reclamaremos nossa idiotice por termos feito uma vigília em vão, por termos esquecido de viver.

Já não queremos que o outro volte, já desejamos que ele nunca mais apareça em nossa frente. Violentaremos as lembranças, fecharemos a reza.

A ternura de antes será trocada pela raiva de não ser atendido. Mudaremos a personalidade de nossa conversa, de doce para ácida. Pois o segredo (a saudade é um segredo!) que nos alimentou durante meses não fora respeitado.

Infelizmente, a saudade apodrece.

Quando deixamos de pedir a presença para cobrar a ausência. É sutil o movimento. Toda a atenção dedicada ao longo de um período começa a ser vista como desperdício. Não aconteceu retorno das juras, nem o estorno das expectativas.

Você mandou centenas de mensagens, renunciou saídas com amigos e bares, teve uma vida discreta e fiel, só para honrar uma despedida, e percebeu que, no fim, sempre esteve sozinho na saudade.

Saudade é como o amor. Perece quando não é a dois.

Aliás, quando a saudade não é a dois, deixa de ser saudade para se descobrir solidão.

A saudade é o que guardamos do amor para o futuro. É o que deixamos para amar no futuro.

Nada dói tanto quanto um amor que não vingou após os cuidados do plantio.

Nada dói tanto quanto a saudade que envelhece, uma saudade que definhou pela indiferença, que não foi valorizada pela nossa companhia, que não desembocou em festa.

Nada dói tanto quanto promessas feitas gerando ressentimento.

A saudade não é eterna. Acaba quando percebemos que o amor era da boca para fora, que a urgência era interesse, que a necessidade era falsa.

A saudade é uma esperança de amor. Precisa ser consumida rapidamente, não mais que três meses. Senão, nos consome e nos estraga.


Fabrício Carpinejar

domingo, 1 de dezembro de 2013

Ah.... o amor!

Eu queria falar de um amor maior que o das canções de amor
Maior que dos filmes, que das novelas, maior que o amor genitor
Um amor que afaga, acalanta, que é gentil, pacificador

Eu queria falar de um amor maior que o das canções de amor
que não amputa, não julga, não cega
Falar sem medo de usar clichê, de ser cafona ou brega.
Não somente desse amor conjugal, tão normal nas canções de amor
Um amor que não virasse doença terminal
Que não ficasse trancado entre quatro paredes

Eu queria falar de um amor que rompesse a barreira do som,
Que não precisasse ouvir sininhos
Que estivesse rodeado de vizinhos
Porque amor não pode ser sozinho

O amor está em quem já deu, em quem doou, em quem doeu
O amor está no sim,
O amor não tem fim, e ponto final.
Um amor sem norma, que transforma


Alexandre Nero.
http://www.youtube.com/watch?v=Rt6hfUbXV1w

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Livres, sem amarras

Quais são as cadeias que nos prendem? Quais são as amarras que nos impedem de sermos verdadeiramente livres? Todos estes questionamentos me vieram à mente hoje ao meio dia. Enquanto esperava o início da jornada vespertina, eu e meu amigo começamos a conversar com Edinéia, uma conhecida moradora de rua que vive nas redondezas do nosso trabalho.
Apesar de estar sob efeito etílico, a moça de 28 anos, uma vida sofrida e muito esclarecida, parecia gritar por socorro e paramos para ouvi-la.
Órfã, todas as vezes que falava sobre a morte da mãe, há oito anos, não conseguia conter as lágrimas. Edinéia já passou por cinco cesarianas, entregou três dos seus filhos para adoção, agora vive uma gravidez psicológica, mas não aceita o tratamento necessário.
Embora carregue um olhar triste, ela é dona de uma beleza única e, envergonhada, diz que há tempos deixou de ser uma princesa. Apesar de não ser escrava do relógio, não precisar prestar contas a ninguém, Edinéia é presa a uma dor imensa e um vício que chegam a sufocá-la. Para muitos ela é invisível ou mais uma na estatística para outros.
Quando questionamos se ela queria tratamento ou ajuda para largar o crack, ela titubeava, ora aceitava, ora desistia. Queria expor seus medos, mas se calava assim que ameaçava contar sua história. História que ela disse querer esconder e que não merece ser lembrada.

Que amarras são essas que ainda prendem Edinéia? Como ajudá-la a sonhar, como Luther King e como fazê-la cantar e viver o velho gospel negro “Livres enfim! Livres enfim!”?

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Vai ser melhor assim...

Em clima de Alexandre Nero... 
Algumas cicatrizes não serão apagadas nunca, mas acredite, elas um dia deixam de doer!
: )




quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Experiências repartidas

Expor minha história em rede nacional deu a permissão para que outras pessoas - conhecidas ou não - repartam suas histórias de vida  comigo!
Emociono-me com cada uma delas e tenho tido a certeza de que nada foi em vão.

sábado, 19 de outubro de 2013

Fidelidade, sempre!

No centenário de Vinicius, impossível não publicar aqui o Soneto de Fidelidade... que haja homens e mulheres dispostos a amar de verdade e manter o respeito, a lealdade e a fidelidade!

Soneto de Fidelidade
Vinicius de Moraes


De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.