Depois de três anos e dois meses de namoro, sendo dois anos de noivado, o Cebola (aquele que me fez chorar), desistiu. Criei este espaço para desabafar o meu sofrimento e foi importante para a minha reconstrução. Decepcionei-me com o homem que um dia amei, mas hoje, completa, eu escolho ser feliz e sou feliz demais!!!
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sábado, 30 de agosto de 2014
sábado, 23 de agosto de 2014
A beleza do avesso
"Esse jeito esquisito que Jesus tinha de preferir os piores, me faz pensar na beleza dos avessos.As vezes, a gente na pressa de encontrar, a gente não vê.Quantas vezes na minha vida eu desprezei as pessoas porque eu considerei o agora?É tão doído a gente ser visto a partir do presente, quando as pessoas olham pra gente e só enxergam aquilo que a gente tem no momento.Isso é fascinante em Jesus!Por isso Ele era capaz de preferir quem Ele preferia. Porque Jesus era um homem que não se prendia no presente.Eu acredito, eu acho interessante isso nos amantes, eles nunca esgotam as criaturas amadas, porque o amor sobrevive de futuro.Ele consegue enxergar o que a gente ainda não viu.A pessoa que ama consegue enxergar o que o outro ainda não é, vê o avesso, vê o contrário da situação.É tão bonito a gente pensar que a beleza do tecido tem um sustento, uma trama que está por trás de tudo isso. Compreender as pessoas, amá-las, só é possível quando a gente entra na trama dos avessos.Quando a gente não enxerga somente aquilo que os olhos podem revelar, podem conhecer, mas sobretudo aquilo que ainda está oculto.Deus nos ama assim, porque consegue enxergar o que a gente ainda não é, mas o que a gente ainda pode ser."
terça-feira, 12 de agosto de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Amizade com @ ex, é possível?
Hoje, assistindo ao programa da Fátima Bernardes, novamente o tema EX era debatido. Um convidado citou a relação de amizade que mantém com a ex. "Impossível ter vivivo sete anos ao lado da minha ex e vê-la apenas como uma mulher. Naquele período ela foi meu suporte, foi minha amiga. É digno respeitá-la. Por isso, mesmo tendo terminado a relação, somos amigos".
E aí? O que você acha? É possível ser amig@ d@ ex????
sábado, 26 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Teoria dos três chamados
Eu, contudo, tenho uma teoria que me acompanha: a dos três chamados. Isso mesmo... a minha paciência termina se eu preciso iniciar uma conversar, fazer-me lembrada, convidar, chamar pra sair três vezes consecutivas. Aí, quem é interessante vira um chato, quem tem sorriso encantador passa a ter bafo e eu? Desisto, bloqueio, deleto!
terça-feira, 22 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Logo vai passar
Do que a gente acha que pode aguentar
Nessa hora fique firme
Pois tudo isso logo vai passar"
quarta-feira, 2 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Acabou o amor
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Duas desiluções antes de encontrar o amor
Tá tentando superar o fim do seu segundo namoro? Relaxa. Essa vai ser sua última decepção. O próximo amor vai ser pra valer.Fonte: Revista Superinteressante
terça-feira, 10 de junho de 2014
A PERFEIÇÃO DO AMOR IMPERFEITO
Não desisti. Aos 15 anos encontrei um novo amor. Foi em uma festa para jovens no salão social da Igreja Metodista de Londrina. Já havia sido convidado por alguns amigos para participar de atividades nessa Igreja. Como meu pai não via os “crentes” com bons olhos, sempre inventava uma desculpa. Mas, naquele dia, meus amigos foram mais convincentes. Disseram que seria uma festa ‘parecida’ com as ‘brincadeiras dançantes’ que costumávamos frequentar: “Vai ter música, bebida, salgadinhos e, o mais importante, meninas bonitas”. Acabei aceitando. Quando cheguei à festa, percebi que o ambiente era bem diferente daquele que haviam descrito. As músicas eram canções evangélicas. Bebida, só tubaína. Dançar, nem pensar. Apenas duas verdades: os salgadinhos e as meninas bonitas. Uma delas despertou a minha atenção desde o início. Meus olhos passaram a acompanhá-la em cada um de seus passos. Tentava disfarçar. Era impossível. Uma menina de rara beleza, sorridente, com olhar desarmado. Fazia parte de um dos conjuntos musicais da igreja. Quando subiu ao palco para cantar, tive a sensação de estar novamente enamorado. Menos tímido e inseguro, comecei a pensar em um plano para abordá-la. Não queria repetir as dores do amor vivido aos 12 anos. É sofrido amar na invisibilidade. Meus amigos já tinham percebido o meu interesse. Um deles chamou o irmão caçula dela, com 8 anos, e disse: “Ele quer namorar a sua irmã”. Perguntei o nome dele e disse: “João Batista, é mentira deles. Não quero namorar a sua irmã. Vá ao palco e diga que quero me casar com ela”. Ele saiu correndo e foi dar o recado. Ela me olhou e abriu um sorriso acolhedor. Aceitei como um sim. Conversei um pouco com ela e fui para casa com uma certeza. Estava apaixonado. Acreditava que tinha encontrado o amor perfeito.
Namoramos, noivamos, casamos, tivemos filhas. Aos poucos, ainda na época do namoro, percebi que o nosso amor não era tão perfeito. Tomei consciência que há rupturas e distanciamentos entre o amor idealizado e o amor vivido. Isso exige atenção redobrada. Fiquei desatento e permiti que pequenos atos do cotidiano fossem minando a relação. Atitudes insignificantes se tornaram gigantes e ocuparam o espaço reservado ao cuidado, ao respeito, ao acolhimento, à paixão e ao amor. O ímpeto da paixão adolescente foi dominado pela tirania da rotina. Aquilo que deveria ser a expressão da liberdade se transformou em prisão. Fracassei na exigente tarefa de dar conta da vida a dois. Nessas circunstâncias, é comum atribuirmos ao outro a culpa pela mesmice de nossas vidas. A separação foi inevitável. Tivemos que lidar com as perdas, entender a decepção das filhas e administrar os conflitos próprios de um rompimento. Seguimos nossos caminhos. Vivenciamos outras experiências. Amadurecemos. Em um determinado momento, após idas e vindas, separação e divórcio, o destino nos colocou novamente diante um do outro. Começamos um novo namoro. A vida nos tinha ensinado que a perfeição do amor está justamente na sua imperfeição. Casamos mais uma vez e concordamos em viver, conforme diz Adélia Prado, ‘um amor feinho’. Segundo ela, “Amor feinho é bom porque não fica velho. Cuida do essencial. Amor feinho não tem ilusão, o que ele tem é esperança: eu quero amor feinho”. Como disse uma amiga: “É o amor do tempo da delicadeza”. Nas palavras de Mário Quintana é amar “bem devagarinho”. Sem pressa. É saborear o amor aos pedaços.
Clovis Pinto de Castro
(contato@addupconsultoria.com.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Aquietando o coração...
sábado, 10 de maio de 2014
Pra curar esta dor
Fernanda Takai
Eis aqui meu segredo
Que te conto assim sem medo e que você precisa saber
Essa é a hora, é tão simples minha estória
Quem sabe possa te convencer?
Você diz que o frio que sente é maior que esse mundo
Onde não há lugar pra quem tem coração
Cuide bem de você e procure entender
Que você é capaz de ser feliz
É só me dizer
O que devo fazer
Pra curar essa dor
Deixo tudo pra trás
Se você me chamar
Sabe que vou estar
Perto de você
Longe nunca mais
O que ele fez pra você?
Eu sei que não é fácil esquecer
Se ele foi tão ruim
Não vá pensar o mesmo de mim
Sofrer assim sem merecer
Ele foi capaz
Sem compaixão de te prender
Sem te amar jamais
É só me dizer
O que devo fazer
Pra curar essa dor
Deixo tudo pra trás
Se você me chamar
Sabe que vou estar
Perto de você
Longe nunca mais
Deixa, por favor
Começar o amor
Eu te mostro a direção
Pro final feliz que você sempre quis
Toma aqui meu coração





